Em um peixe-voador, as nadadeiras peitorais emparelhadas (perto da frente) e nadadeiras pélvicas (à frente da cauda) são mais longas e mais rígidas do que na maioria das outras espécies de peixes ósseos, permitindo-lhes atuar como aerofólios. As barbatanas medianas na parte superior e inferior dos peixes são relativamente pequenas, reduzindo a resistência do ar. Valerii Evlakhov.

O laboratório de Matthew Harris, pesquisador do Boston Children’s Hospital e da Harvard Medical School, criou 10.000 variedades mutantes de peixes-zebra (Danio rerio) como recurso genético para estudar a evolução das nadadeiras e dos membros. Os peixes-zebra são amplamente usados em estudos de genética e desenvolvimento, mas também são populares como animais de estimação em aquários. Micheal Goderre/Hospital Infantil de Boston.

Samuel Velasco/Quanta Magazine; fonte: doi.org/10.1016/j.cub.2021.08.054.

Os peixes voadores parecem ter desenvolvido sua forma incomum de locomoção como estratégia para escapar de predadores que nadam logo abaixo das ondas. John Cobb.

Tradução do texto Flying Fish and Aquarium Pets Yield Secrets of Evolution, escrito por Viviane Callier e disponível em Quanta Magazine.

Mário Pereira Gomes
Mário Pereira Gomes

Graduado em História (UFPE), transhumanista e divulgador científico.

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