Entender os padrões de violência letal entre seres humanos requer a compreensão de algumas diferenças importantes entre homens e mulheres. No mundo todo, 95% dos homicídios são praticados por homens e 79% das vítimas são homens[1]. As diferenças sexuais na violência letal tendem a ser extraordinariamente consistentes em todos os continentes, em todos os tipos de sociedade, de caçadores-coletores a Estado-nações.

Restos cranianos de um indivíduo morto provavelmente por violência interpessoal 430 mil anos atrás.

Em um estudo de 2013 sobre a violência letal entre caçadores-coletores, os dados de Douglas Fry e Patrik Söderberg mostraram que os homens cometeram 96% dos homicídios e dele foram vítimas 84% do tempo[2]. Em seu estudo sobre a violência em sociedades sem Estado, a criminologista Amy Nivette mostra que, em várias sociedades pastoris e agrícolas de pequena escala, os homens representam 91-98% dos assassinos[3]. Para ilustrar a consistência dessa relação ainda mais: vemos o mesmo padrão entre chimpanzés, onde os machos compõem mais de 92% dos perpetradores e 73% das vítimas de homicídio[4].

Para que fique claro, há alguma variação entre as culturas. Embora eu não consiga achar uma população bem estudada onde as mulheres são conhecidas por cometer mais violência letal do que os homens, existem algumas sociedades onde as mulheres compõem a maioria, ou mesmo um número igual ao dos homens, das vítimas de homicídio. Essas sociedades geralmente parecem ter baixas taxas de homicídio no geral, como o Escritório das Nações Unidades sobre Drogas e Crime (UNODC) menciona em seu estudo de 2013 sobre a incidência global do fenômeno:

Os dados sugerem que em países com taxas muito baixas (e decrescentes) de homicídio (menos de 1 por 100,000 habitantes), as mulheres constituam uma parcela crescente do total de vítimas e, em alguns desses países, a proporção de vítimas masculinas e femininas parece estar se equiparando.

Hong Kong, com uma baixa taxa geral de homicídios, tem uma diferença entre os sexos comparativamente menor, e as mulheres representam a maioria das vítimas, compondo um quadro de 52%. No entanto, mesmo em Hong Kong, homens cometem 78% dos homicídios registrados. Em todo o mundo, a maioria dos homicidas e das vítimas de homicídio tendem a ser homens em idade reprodutiva, entre o final da adolescência e início dos 40 anos.

Para entender por que esse padrão é tão consistente em uma ampla variedade de sociedades cultural e geograficamente distintas, precisamos começar por examinar as diferenças na biologia reprodutiva dos sexos.

Biologicamente, indivíduos que produzem gametas (células sexuais) pequenos e relativamente móveis, como espermatozoides, são definidos como masculinos, enquanto que indivíduos que produzem gametas maiores, menos móveis, como o óvulo, são definidos como femininos. Esse padrão de reprodução sexuada, a oogamia, também diz respeito à quantidade: enquanto espermatozoides são produzidos o tempo todo e em grande número, óvulos são produzidos apenas periodicamente, e a um número muito mais limitado. Consequentemente, os machos tendem a ter mais variação no sucesso reprodutivo do que as fêmeas, e um maior potencial de geração de filhotes. O Imperador de Marrocos, Moulay Ismael (1672–1727), foi estimado em ter sido o pai de 1171 crianças de 500 mulheres ao longo de 32 anos[5], enquanto que, para uma mulher, o número máximo de filhos já registrado é de 69, atribuído a uma russa desconhecida que viveu no século XVIII e foi casada com um homem chamado Feodor Vassilyev.

Número máximo de descendentes produzidos por machos e fêmeas de determinadas espécies.

Em uma grande variedade de táxons, o sexo que produz gametas menores e móveis tende a investir menos em cuidados parentais do que o sexo que produz gametas maiores e menos móveis. Para mais de 90% das espécies de mamíferos, o investimento masculino em seus descendentes termina na concepção, daí para frente os machos não proporcionam nenhum cuidado parental[6]. Um mamífero macho pode, por vezes, aumentar seu sucesso reprodutivo buscando maximizar as oportunidades de acasalamento com fêmeas adicionais, e para isso ele pode entrar em competições violentas com outros machos. De uma perspectiva evolutiva, pode ser um desperdício que um macho proveja cuidados paternais, pois isso limita sua produção reprodutiva, já que a energia e o tempo que ele naturalmente usaria para competir por fêmeas e deixar mais descendentes estariam sendo alocados no cuidado a poucos ou a um único filhote.

Tabela mostrando maior variância reprodutiva e maior potencial de reprodução masculino em várias sociedades humanas.

Para uma fêmea, por outro lado, o sucesso reprodutivo é maximizado não pela competição direta por oportunidades de acasalamento, mas pela garantia, assegurada pelos recursos e pelos cuidados necessários, de que seus descendentes sobrevivam e cresçam até a idade adulta. Isso é claramente visível entre mamíferos, onde as fêmeas gastam tempo e energia significantes gestando (carregando um filhote) e amamentando, coisa que os machos não podem fazer. Por consequência, a quantidade de energia e tempo investidos diretamente nos filhotes é necessariamente maior entre fêmeas do que entre machos, pelo menos durante o desenvolvimento fetal e a primeira infância.

Previsivelmente, entre humanos os machos praticam uma competição mais direta e violenta por parceiros do que as fêmeas, e as fêmeas fornecem mais cuidado do que os machos. Entretanto, seres humanos são únicos, dado que a participação masculina nos cuidados com a prole é universal entre as culturas[7]. Os bebês humanos são particularmente indefesos durante o desenvolvimento inicial, exigindo provisão e cuidados extensivos[8]. Machos humanos enfrentam o mesmo trade-off entre garantir oportunidades de acasalamento e prover cuidados que machos de outras espécies enfrentam, e até que ponto eles utilizam qualquer uma dessas estratégias pode variar significativamente devido a fatores sociais e ecológicos.

Observar essas diferenças sexuais na biologia reprodutiva e no investimento parental é importante pois elas ajudam a explicar por que os homens tendem a se envolver mais em violência do que as mulheres[9]. Mulheres têm mais a perder se tratamento de conflitos violentos, pois seu fitness pode acabar sendo reduzido através da aquisição de uma lesão que comprometa a reprodução no futuro e/ou da exposição da prole a perigos desnecessários. Para um homem, no entanto, conflitos violentos podem potencialmente aumentar seu sucesso reprodutivo por meio do aumento do status[10] ou pelo monopólio agressivo do acesso a recursos-chave[11]. Entre os Ianomami da Amazônia[12] e os Nyangatom da África Oriental[13], por exemplo, os homens que mais participam de violência e guerra têm um maior sucesso reprodutivo. Até mesmo nos Estados Unidos de hoje existem evidências de que homens mais violentos têm mais parceiras sexuais[14]. Entre os Ache, caçadores-coletores do Paraguai, os filhos de homens que já mataram são mais propensos a sobreviver até a idade adulta[15]. O investimento parental masculino também pode agir para deter a violência entre os Ache, já que crianças sem pai são mais propensas a serem mortas por homicidas[16].

Por outro lado, entre os Waorani da Amazônia, os homens mais violentos não aumentam o sucesso reprodutivo[17]. Se uma estratégia comportamental específica é adaptativa ou não está intimamente relacionado às circunstâncias sociais e ecológicas, e é importante ter isso em mente ao pensar sobre diferenças sexuais e evolução humana. Eu não diria que os homens são “geneticamente propensos” à violência de modo determinístico. Em vez disso, devido às diferenças entre os sexos no investimento parental e na capacidade reprodutiva, há (e historicamente têm havido) mais contextos em que o comportamento violento pode aumentar o sucesso reprodutivo de um homem em comparação com uma mulher; igualmente, existem mais contextos em que o comportamento violento pode reduzir o sucesso reprodutivo de uma mulher em comparação a um homem.

Essas diferenças entre os sexos têm implicações importantes para a violência coalizacional (entre grupos diferentes). A ecóloga comportamental Bobbi S. Low escreve:

A busca pelo sucesso no acasalamento leva os machos mamíferos a se envolverem em coalizões que frequentemente envolvem mais pessoas não-aparentadas, com maiores riscos e maiores conflitos de interesse. A busca pelo sucesso parental […] leva as fêmeas mamíferas a lutar mais frequentemente como indivíduos e em coalizões de parentes, com menos conflitos de interesse e menos risco[18].

Em relação às sociedades humanas, Low também observa que, geralmente, “homens parecem buscar poder político explícito para que obtenham ganhos reprodutivos diretos (esposas, reciprocidade), enquanto que mulheres buscam recursos para si mesmas e para seus filhos.”

Quando nos deparamos com padrões consistentes em diversas culturas, isso provavelmente nos diz algo importante sobre nossa história evolutiva, e entender as tendências que vemos hoje pode nos ajudar a entender melhor as pressões de seleção que ocorreram no passado. Em um estudo de 1978, o antropólogo Martin King Whyte examinou no mundo inteiro 93 papéis sexuais em sociedades não-industriais de diversos tipos de subsistência (caçador-coletor, horticultor, pastoril, agricultor etc). Ele descobriu que, em 88,5% das sociedades, apenas homens participavam da guerra, enquanto que, nos restantes 11,5%, homens ainda participavam de todos os combates, mas as mulheres podiam fornecer ajuda. Embora haja indubitavelmente exemplos de participação feminina na guerra ao longo da história[19], eu não tenho conhecimento de nenhuma sociedade em que a participação feminina na guerra tenha sido igual à dos homens[20].

Agora, uma advertência importante: nem toda violência pode ser explicada em termos de estratégias adaptativas. Os seres humanos não são apenas máquinas de otimização de fitness, e podemos apontar muitas práticas culturais e comportamentos que não são adaptativos do ponto de vista da aptidão[21][22].

Contudo, ao analisarmos a causa mais comum dos conflitos letais, podemos ver uma clara relação entre os interesses de aptidão masculina e os assassinatos. O homicídio geralmente ocorre no contexto da vingança, brigas por status e ciúme[23]. Competições por território e recursos também desempenham um forte papel, particularmente no contexto dos assassinatos coalizacionais, como na violência da guerra e das gangues. Geralmente, em todas as culturas a vingança ocorre num contexto de buscar vingar a morte de um parente assassinado, o que pode agir para coibir ataques futuros aos parentes de quem vinga e, assim, aumentar sua aptidão inclusiva. A vingança também está relacionada às brigas por status contra homens rivais. Além disso, ter um status elevado e ser capaz de controlar território e recursos desejados pode frequentemente (através de mecanismos além da força, como a escolha feminina, ou por ser um parceiro preferencial em casamentos arranjados por pais de uma esposa em potencial) aumentar o sucesso reprodutivo masculino[24].

Quanto ao homicídio cometido por ciúme, sua ocorrência geralmente se dá no contexto da ameaça (real ou percebida) de infidelidade[25]. Isto é, um homem mata o amante de sua esposa, ou mata a própria esposa, por acreditar que está sendo traído, ou por temer ficar sozinho.

Ao que esses padrões indicam, a violência masculina em humanos geralmente ocorre em contextos em que o sucesso reprodutivo de um homem é ameaçado, ou onde ele pode obter maior sucesso reprodutivo por apresentar comportamentos violentos. Devido à nossa história evolutiva, mesmo em contextos modernos onde comportamentos violentos específicos podem não ser maximizadores de fitness, como um assalto à mão armada ou a violência entre gangues, podemos considerar esses comportamentos como, em parte, um subproduto de uma maior propensão masculina para alcançar status e recursos de maneiras que teriam aumentado seu sucesso reprodutivo no passado[26].

Com tudo isso em mente, podemos pensar em como a prevalência da violência letal pode ser reduzida hoje. A pesquisa em ecologia comportamental indica que a violência tem mais chances de acontecer em contextos onde recursos defensáveis podem ser monopolizados com sucesso através da força[27]. É importante ressaltar que esses recursos também têm o efeito de aumentar o sucesso reprodutivo (ou de prevenir o declínio do sucesso reprodutivo) dos indivíduos que os controlam. Quais recursos são mais ou menos valiosos deve variar com base no contexto socioecológico, mas os mais comuns seriam comida, território, parceiros sexuais e várias formas de capital social (posição no rank de dominância, prestígio ou outras formas de status).

Existem boas evidências de que, em nações contemporâneas, particularmente as industrializadas, os índices de violência letal sejam os mais baixos de toda a história humana[
28]. A existência da lei e de uma força policial reconhecida como legítima pela população em geral muda os incentivos em relação à prática da violência letal, aumentando os custos e reduzindo os benefícios para aqueles que se envolvem em tais comportamentos. Além do mais, Estados funcionais podem resolver disputas que, de outra forma, poderiam levar a ciclos de ataques vingativos e feudos de sangue em contextos sociais diferentes[29][30][31].

Porcentagem de mortes por violência letal entre vários tipos de organizações sociais.

Como era de se esperar, vemos altas taxas de violência letal em setores fora do alcance da influência estatal (ou pouco cobertos por ela), como gangues e crime organizado. Quando se trata de produtos de alta demanda proibidos pelo Estado, como as drogas ilícitas, são as organizações violentas que efetivamente controlam esses mercados, dado que o Estado não oferece uma solução quando esse tipo de conflito ocorre. Em Codes of the Underworld, o cientista social Diego Gambetta escreve que “grupos mafiosos oferecem uma solução para o problema da confiança desempenhando o papel de um governo clandestino e fornecendo proteção a pessoas envolvidas em mercados ou negócios ilegais.”

Jeff Sessions, o procurador-geral dos Estados Unidos, mencionou exatamente isso em um editorial que escreveu no ano passado para o Washington Post, onde observou que “o tráfico de drogas é um negócio inerentemente violento. Se você deseja cobrar uma dívida de drogas, não pode e não registra uma ação judicial. Você a coleta pelo cano de uma arma”. Sessions sempre apoiou uma repressão mais ampla ao tráfico de drogas. Uma das implicações que eu tiro da pesquisa em ecologia comportamental é que legalizar as drogas e fazer com que o Estado proteja o direitos à sua propriedade pode reduzir a violência letal associada ao comércio ilegal, como argumentou o economista Milton Friedman décadas atrás.

Existem outros fatores socioecológicos que vemos associados aos conflitos letais, como a ligação entre a poliginia e a guerra. Organizações terroristas, como Boko Haram e ISIS, exploram a desigualdade de casamento entre jovens do sexo masculino pagando o preço de noiva (dando dinheiro ou presentes à família da noiva em potencial) ou fornecendo esposas para recrutas no Oriente Médio e na África Ocidental[32]. Quando alguns homens monopolizam o acesso à riqueza ou a parceiras sexuais, homens mais jovens são deixados de fora e passam a se comportar violentamente para tentar se distinguir, competindo pelo controle de tais recursos. Como era de se esperar, existem evidências de que taxas mais altas de desigualdade de recursos numa mesma sociedade estão associadas ao aumento das taxas de conflitos violentos entre os homens[33][34].

A abordagem que tenho aqui, enraizada na ecologia comportamental, não contradiz necessariamente a genética, que desempenha um papel na propensão individual à violência letal. Uma revisão publicada em 2011 na Advances in Genetics descobriu que aproximadamente metade da variância (50%) no comportamento agressivo entre homens e mulheres é atribuída a fatores genéticos[35]. Também é importante salientar que existem evidências de interação gene-ambiente com implicações significantes ao comportamento violento[36]. Aliás, quando vemos mudanças significativas e rápidas nas taxas de violência letal em uma única geração numa mesma sociedade[37], isso dá pistas à necessidade de examinar o papel desempenhado pela socioecologia.

Da mesma forma, alguns podem se opor ao foco que dou aqui às explicações adaptativas e materiais para o comportamento violento, argumentando que a ideologia e a socialização são mais importantes na emergência da violência. Já escrevi anteriormente sobre sociedades com “cultos masculinos”, em que jovens do sexo masculino costumam participar de rituais disfóricos e são socializados para se tornarem guerreiros. No mais, entre os Gebusi da Nova Guiné, a maioria dos homicídios ocorre no contexto de alegações de feitiçaria[38], ilustrando como ideias culturais podem desempenhar um papel na promoção da violência.

Entretanto, os cultos masculinos são frequentemente arquitetados por homens mais velhos, que controlam a sexualidade de homens mais jovens e monopolizam seu acesso a recursos e conhecimentos importantes. Entre os Gebusi, o antropólogo Bruce Knauft descobriu que as acusações de feitiçaria são muitas vezes o resultado da falta de reciprocidade nas trocas matrimonias. Escreve ele que “neste sentido, o homicídio fruto da alegação de bruxaria diz respeito, em última análise, ao controle masculino de mulheres casadas”. Mesmo quando fatores ideológicos e sociais desempenham um papel na violência letal, eles podem ocorrer como um pretexto para interesses reprodutivos subjacentes.

Há uma preocupação entre alguns cientistas sociais e escritores de ciência de que fornecer explicações adaptativas e biológicas para a violência pode acabar por surtir um efeito de encorajamento ao comportamento violento. O antropólogo Douglas Fry argumenta que “a naturalização da guerra cria uma infeliz profecia auto-realizável: se a guerra é natural, então não há sentido em tentar impedi-lá, reduzi-lá ou aboli-lá.” Meu argumento aqui é que o homicídio e a guerra são comportamento muito ‘naturais’, frequentemente ligados a interesses de aptidão masculina; entretanto, são comportamentos sensíveis a sinais socioecológicos e sua prevalência pode variar significativamente entre e dentro das sociedades. Mesmo entre os chimpanzés, vemos uma variação significativa nas taxas de violência letal entre diferentes comunidades, até mesmo em comunidades localizadas próximas umas das outras.

Assassinatos por ano em várias comunidades de chimpanzés (Pan troglodytes) e bonobos (Pan paniscus). (E) chimpanzés orientais; (W) chimpanzés ocidentais; (B) bonobos.

Uma força importante da abordagem da ecologia comportamental é que a busca pela compreensão do comportamento humano vai além de ideias mais restritas, sejam elas enraizadas no determinismo genético ou no construcionismo social. A violência não é “inata” no sentido de ser previsível e rigidamente determinada apenas pelos genes, nem é o resultado arbitrário da socialização ou da aprendizagem cultural. Ainda assim, a violência está enraizada na biologia humana, particularmente nas diferenças entre homens e mulheres, e sua prevalência pode variar substancialmente tanto dentro como entre as culturas devido a fatores sociais e ecológicos.

Na medida em que entendemos as tendências interculturais e consideramos suas variações, podemos entender melhor a razão dos homens no mundo todo serem, em média, mais violentos do que as mulheres, bem como podemos também descobrir a melhor forma de reduzir a prevalência da violência em nossas sociedades.

Traduzido e adaptado de The Behavioural Ecology of Male Violence, de William Buckner. Fonte das ilustrações: 1, 2, 3, 4, 5.

Matheus Coelho
Matheus Coelho

Idealizador da E&S, é graduando em Ciências Biológicas (IB-UFRJ) e apaixonado pela relação entre comportamento e evolução.